Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico no Rio da Várzea
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Estudos foram realizados visando garantir a proteção do patrimônio cultural local
Em Campo Grande, duas novas pesquisas arqueológicas foram realizadas em áreas destinadas a empreendimentos imobiliários, visando garantir a proteção do patrimônio cultural local. A iniciativa faz parte das exigências da Instrução Normativa do IPHAN n° 01/2015, que estabelece procedimentos para a Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico (AIPA).
Em campo, a equipe coordenada pelo Dr. Jedson Francisco Cerezer, realizou caminhamentos sistemáticos e escavações de poços-teste para identificar possíveis vestígios arqueológicos na área. Embora nenhum vestígio tenha sido encontrado, as pesquisas são essenciais para assegurar que futuros projetos imobiliários não causem danos ao patrimônio cultural.
Além das atividades de campo, a equipe também realizou ações de divulgação e esclarecimento junto à comunidade local, promovendo a conscientização sobre a importância da preservação do patrimônio arqueológico. Essas ações incluíram a distribuição de materiais informativos e conversas informais com moradores da região.
Campo Grande abriga 43 bens acautelados pelo IPHAN, dos quais 18 são sítios arqueológicos e 25 são bens imóveis tombados. Essas iniciativas protegem a herança cultural de Campo Grande e garantem que as futuras gerações possam conhecer e valorizar a história da região.
A pesquisa em Campo Grande é um exemplo de como a arqueologia pode colaborar com o desenvolvimento urbano, garantindo que o crescimento da cidade seja sustentável e respeite o legado histórico e cultural da região.