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22 de dezembro de 2017
Espaço Arqueologia oferece curso de curadoria para colaboradores
15 de dezembro de 2017
Equipe da Espaço Arqueologia participa de oficina do IPHAN
12 de dezembro de 2017
Pesquisa da Espaço Arqueologia comprova interação entre povos indígenas e exploradores europeus
8 de dezembro de 2017
Regulamentação da profissão de Arqueólogo é aprovada em Brasília
7 de dezembro de 2017
Professores da Espaço Arqueologia ministram aulas de metodologia da pesquisa
29 de novembro de 2017
Arqueólogos encontram seis sítios no sul de Santa Catarina
24 de novembro de 2017
Pesquisadora da Espaço Arqueologia participa de seminário acadêmico em pós-graduação Stricto Sensu
23 de novembro de 2017
Novas pesquisas arqueológicas são realizadas no centro-sul paranaense
22 de novembro de 2017
Equipe da Espaço Arqueologia resgata sítios no norte do Mato Grosso
O pesquisador em busca da maneira mais assertiva para provocar um diálogo entre o trabalho artístico e o público – essa é a função de um curador.
Orquestrando um acervo material ao trabalhar aspectos como o espaço, a estética e o papel social de uma obra, esse profissional objetiva que o público tenha uma experiência sensitiva desempenhando o papel de potencializador da proposta do artista.
No caso de uma exposição arqueológica, o curador deve ter o cuidado em adaptar o resultado da pesquisa que se quer socializar de modo fidedigno e sensível, criando um contexto coerente, geralmente nos moldes de uma exposição museológica.
Documentos e vestígios são utilizados para representar a cultura e o modo de vida dos grupos humanos do passado criando um ambiente que possibilite incentivar a problematização do caráter eurocêntrico para uma decolonização da história. Essa prática se mostra um meio de informar e suscitar questionamentos acerca da importância da valorização do patrimônio.
Para pensar sobre o tema, na última semana de atividades do ano, a Espaço Arqueologia recebeu o curso Curadorias e Práticas Artísticas. Colaboradores envolvidos em atividades relacionadas participaram do curso: cientista social Dra. Tade-Ane Amorim, antropóloga mestra Bruna Donato de Oliveira, arqueólogo mestre Josiel Santos, jornalista graduanda Emeline Novasco, comunicóloga Raquel Schwengber e o arqueólogo mestrando Cauê Cardoso.
Pesquisadora, curadora independente, crítica de arte e escritora do livro Espaços Autônomos de Arte Contemporânea, Kamilla Nunes foi a mediadora do encontro. A florianopolitana trouxe uma análise crítica acerca dos modos de pensar a curadoria no Brasil e no exterior, possibilitando uma reflexão sobre como utilizar interações entre artefatos arqueológicos e a comunidade local.