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O pesquisador em busca da maneira mais assertiva para provocar um diálogo entre o trabalho artístico e o público –
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O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), em parceria com a Rede de Engenhos de Farinha de Santa
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A equipe da Espaço Arqueologia fez uma importante descoberta durante estudos realizados no sítio arqueológico Jaboticabeira 8, localizado no município
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Foto: Sociedade de Arqueologia Brasileira O processo, iniciado em 2014, foi votado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania. A
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Em 2017 foi iniciado um novo curso de Pós-graduação em Arqueologia na Faculdade Capivari – FUCAP, em parceria com o
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Uma região de alto potencial arqueológico pode ser caracterizada, dentre outros fatores, por um relevo ondulado, vegetação e recursos hídricos
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A cientista social, professora Dra. Tade-Ane de Amorim participou do 1º Seminário Pesquisa Qualitativa, organizado pelo Centro de Ciências da
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NOVAS PESQUISAS ARQUEOLÓGICAS SÃO REALIZADAS NO CENTRO-SUL PARANAENSEEstudos arqueológicos mostram que a região Centro-sul do Paraná foi densamente ocupada no
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A pesquisa arqueológica busca entender aspectos culturais, sociais e políticos de grupos humanos que viveram no passado, por meio dos
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O pesquisador em busca da maneira mais assertiva para provocar um diálogo entre o trabalho artístico e o público – essa é a função de um curador.
Orquestrando um acervo material ao trabalhar aspectos como o espaço, a estética e o papel social de uma obra, esse profissional objetiva que o público tenha uma experiência sensitiva desempenhando o papel de potencializador da proposta do artista.
No caso de uma exposição arqueológica, o curador deve ter o cuidado em adaptar o resultado da pesquisa que se quer socializar de modo fidedigno e sensível, criando um contexto coerente, geralmente nos moldes de uma exposição museológica.
Documentos e vestígios são utilizados para representar a cultura e o modo de vida dos grupos humanos do passado criando um ambiente que possibilite incentivar a problematização do caráter eurocêntrico para uma decolonização da história. Essa prática se mostra um meio de informar e suscitar questionamentos acerca da importância da valorização do patrimônio.
Para pensar sobre o tema, na última semana de atividades do ano, a Espaço Arqueologia recebeu o curso Curadorias e Práticas Artísticas. Colaboradores envolvidos em atividades relacionadas participaram do curso: cientista social Dra. Tade-Ane Amorim, antropóloga mestra Bruna Donato de Oliveira, arqueólogo mestre Josiel Santos, jornalista graduanda Emeline Novasco, comunicóloga Raquel Schwengber e o arqueólogo mestrando Cauê Cardoso.
Pesquisadora, curadora independente, crítica de arte e escritora do livro Espaços Autônomos de Arte Contemporânea, Kamilla Nunes foi a mediadora do encontro. A florianopolitana trouxe uma análise crítica acerca dos modos de pensar a curadoria no Brasil e no exterior, possibilitando uma reflexão sobre como utilizar interações entre artefatos arqueológicos e a comunidade local.

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